Soluções

Transformação Digital

A experiência e conhecimento dos profissionais da FITec em Transformação Digital e Inteligência Artificial formam a base para o desenvolvimento de projetos de Transformação Digital que segue uma metodologia que abrange todo o processo desde a sua concepção, passando pelas fases de pesquisa de mercado, análise das necessidades, ideação, desenvolvimento, integração de processos e implantação em operação.

Em geral, esses projetos incluem expertises que a FITec já tem desenvolvidas e mantém um padrão de evolução, através de seus programas de capacitação e intercâmbio com universidades de ponta, nas áreas de customer/user experience (CX/UX), inteligência artificial e desenvolvimento e integração de sistemas.

Projetos IOT

Com base no conhecimento dos profissionais da FITec nos diversos componentes de uma rede de Internet das Coisas, a FITec desenvolve tanto soluções fim-a-fim, englobando todos os componentes de uma solução IoT (dispositivos, conectividade, aplicações em nuvem, UX e análise de dados/IA), quanto atua em partes especificas de uma solução integrando-se com outros elementos e soluções.

A FITec já desenvolveu soluções fim a fim e componentes de soluções IoT para diversos segmentos tais como cidades inteligentes, mobilidade urbana, Agricultura 4.0, rastreamento e monitoração de Frotas, sistemas de energia, Indústria 4.0 e muitos outros.

A FITec também atua como integradora de soluções IoT que tenham ou não elementos desenvolvidos pela FITec.

Engenharia de Redes IP

A carência de um time de alto nível especializado em tecnologias de Redes IP para atuação nas maiores operadoras de telecomunicações do país gerou a necessidade e o desafio de desenvolver uma estratégia de formação e capacitação de uma equipe com as competências necessárias. A FITec então, em parceria com importante player do mercado, multinacional líder em serviços na área de telecomunicações, e a Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco (POLI-UPE), criou um programa de Residência em tecnologias de Redes IP unindo formação teórica e atuação prática, inspirado no modelo de residência médica.

Os profissionais selecionados para o programa atuaram durante 11 meses em dedicação integral, realizando um programa de imersão intensivo em Engenharia de Redes IP, com foco na formação acadêmica teórica, associada à obtenção de certificações técnicas com reconhecimento internacional e treinamento hands-on realizado por meio da execução de projetos reais.

O programa gerou uma equipe com alto nível de especialização, que vem atuando nas maiores operadoras de Telecom do país, projetando e executando com excelência soluções multi-vendor há mais de 10 anos. Ao longo deste período novos talentos foram integrados ao time, propiciando a multiplicação do conhecimento e diversificando as áreas de atuação e competências.

Um diferencial significativo desta iniciativa foi a integração à área de Redes IP de todo o know-how da FITec na área da Engenharia da Computação e Gestão de Projetos, possibilitando, com a introdução de técnicas de automação e inteligência computacional, o aumento da eficiência e qualidade dos serviços prestados.

O nosso processo de desenvolvimento prezou, em todas as suas etapas, por associar tecnologia e inovação para não apenas obter a solução, mas contemplar alternativas que proporcionassem uma maior produtividade e principalmente qualidade na entrega dos serviços e documentos, sobretudo nas atividades compostas por tarefas repetitivas. Como resultado, conseguimos gerar os seguintes benefícios para a operação:

Escalabilidade e produtividade. Ao utilizar ferramentas próprias desenvolvidas para gerar documentação e método de procedimento em projetos que apresentem quantidade significativa de elementos de rede alvo

Qualidade. Por meio de processos de verificação definidos para cada tipo de atividade associado a ferramentas, que permitem que atividades críticas de verificação pós-atividade sejam realizadas de forma automatizada

Foco. Com a redução do trabalho repetitivo nossos engenheiros e colaboradores podem se concentrar e depositar seus esforços no entendimento da tecnologia, na inovação e melhoria contínua dos processos e na evolução contínua do conhecimento;

Nosso time de engenheiros mais uma vez mostrou a sua capacidade de inovação, otimizando e automatizando processos que resultaram em vantagem competitiva para a FITec e para o cliente, utilizando a tecnologia para agilizar tarefas repetitivas, realizar diagnósticos e elaborar procedimentos, deixando o foco do time na análise principal do negócio e agregando maior valor para o cliente.

Migração de Serviços de Missão Crítica para Redes Estatísticas de Telecom IPMPLS 

Embora as redes TDM (Time Division Multiplexing) sejam bem aceitas do ponto de vista operacional, a necessidade de evolução faz-se necessária, devido à diversas vantagens de outros tipos de redes, em especial as redes estatísticas ou por comutação de pacotes.

A evolução das redes de telecomunicações tem como premissa melhorar o custo-benefício das redes de transporte e aumento de eficiência de transmissão e segurança nas aplicações, bem como integração das diversas tecnologias desenvolvidas para atender as demandas, serviços e funcionalidades. 

O surgimento e crescimento acelerado das redes baseadas em comutação de pacotes, chamadas também de redes estatísticas, impulsionada mundialmente pela utilização da Rede Internet, proporcionou diversas pesquisas e desenvolvimentos de protocolos de comunicação, e aplicações para integração dos serviços demandados com diversos requisitos operacionais e comerciais.

A Internet, baseada nos protocolos TCP-IP/ETHERNET, proporciona a integração de diversas tecnologias e aplicações de redes corporativas e operativas nas empresas. Diferente das redes TDM, as redes estatísticas possuem como característica principal o compartilhamento de banda nos links entre clientes e serviços, ou seja, não reserva ou dedica banda para o circuito do cliente, gerando melhor custo-benefício na utilização da rede de transporte. Outra vantagem é o aumento de garantia de entrega das informações em caso de falhas de links ou elementos das redes de telecomunicações.

Especificamente para o atendimento aos serviços de missão crítica, como por exemplo o de teleproteção de linhas de transmissão de energia, associado à evolução das redes de transporte, os protocolos MPLS (MultiProtocol Label Switching), MPLS-TP (MultiProtocol Label Switching – Transport Profile) e MPLS-TE (MultiProtocol Label Switching – Traffic Engineering) se apresentam adequados para atender os requisitos técnicos e operacionais exigidos.

Microrredes De Energia

Microrrede constitui-se de um sistema integrado que consiste em recursos de energia distribuídos e várias cargas elétricas operando como uma rede única e autônoma, seja em paralelo ou “ilhada” da rede de distribuição de energia existente.

O controle da microrrede deve ser realizado de forma coordenada a partir de sistemas de controle distribuídos que permitam o sensoriamento e a atuação dinâmica nos dispositivos inteligentes (IEDs – Intelligent Electronic Devices) que a compõem.

O funcionamento da microrrede, além das operações propiciadas pelas fontes de geração distribuída, sistemas de armazenamento de energia e controle de cargas, pressupõe a existência de uma infraestrutura de comunicação abrangente sobre a qual as transações entre as diversas aplicações e equipamentos são realizadas.

Um outro elemento importante da microrrede é o sistema SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), que possibilita ao operador uma visão completa sobre seu estado atual de operação e a possibilidade de intervenções, de forma manual ou automática, nos elementos que a compõem.

REDS - GERENCIAMENTO DE RECURSOS ENERGÉTICOS DISTRIBUÍDOS

  Trata-se de solução para a integração dos recursos distribuídos, dispersos na rede de energia, ao Centro de Operação, suportado por uma plataforma computacional (DERMS) integrada aos sistemas de supervisão e controle operacionais existentes.

Em um cenário de elevada dispersão de Recursos Energéticos Distribuídos – REDs conectados à rede de distribuição de média e baixa tensão, os sistemas de supervisão e controle convencionais não se apresentam adequados e nem capacitados para o gerenciamento desses recursos, sendo necessárias ferramentas específicas para gerenciá-los e controlá-los. Nesse contexto, o Sistema de Gerenciamento de Recursos Energéticos Distribuídos ou DERMS (do inglês, Distributed Energy Resource Management Systems) se apresenta como ferramenta capaz de organizar, controlar e gerenciar o funcionamento de milhares de REDs conectados à rede de distribuição, buscando ganhos econômicos, maior confiabilidade na operação e garantia dos parâmetros de qualidade da rede elétrica.

A utilização do DERMS permite agregar REDs dispersos conectados à rede para otimizar a sua operação através de monitoramento e controle dos dispositivos envolvidos, bem como coordenar o despacho de energia elétrica a partir de fatores econômicos, técnicos e estratégicos. Do ponto de vista técnico, o DERMS pode atuar na coordenação dos REDs para mitigar a violação de limites da rede e assegurar níveis maiores da capacidade de hospedagem desses recursos (Hosting Capacity).

ARMAZENAMENTO DISTRIBUÍDO DE ENERGIA PARA REDE DE MÉDIA TENSÃO

Trata-se de solução de Armazenamento distribuído de energia para rede de média tensão para Suprimento de Energia em situação de Contingência; Serviços Ancilares; Nivelamento de Pico de Demanda – “Peak Shaving”, “Load Leveling” e Operação de Arbitragem

Os sistemas de armazenamento de energia por bateria, conhecidos mundialmente como BESS - Battery Electric Energy Storage Systems, estão cada vez mais presentes nas redes de distribuição de energia elétrica, sendo tratados, em muitos países, como elemento ativo nas redes de distribuição. A utilização de BESSs acarreta em melhora na eficiência operacional, posterga ou elimina a necessidade de altos gastos com investimentos nas redes, possibilita uma matriz com mais recursos renováveis intermitentes, tais como geração fotovoltaica e eólica, e ainda permite o ganho com diversos serviços ancilares, tais como regulação de tensão, regulação de frequência, etc.

Do ponto de vista operacional, as distribuidoras podem operar os sistemas de armazenamento de forma centralizada ou fazer uso da capacidade autônoma desses equipamentos na interação com a rede de energia.

Consequentemente, o impacto operacional do BESS nas redes de distribuição muitas vezes reflete os princípios de funcionamento das próprias distribuidoras associados ao ambiente regulatório, que pode ser muito diferente do impacto operacional do mesmo BESS em outro sistema de distribuição.

O sistema de controle é um dos fatores mais importantes na implementação bem-sucedida de um BESS, necessitando uma discussão aprofundada das arquiteturas de controle, monitoramento e infraestrutura de comunicação para suportar as funções operacionais e interface com a rede.